quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Sem comentários

Ponto nº 1: Custa-me caminhar por causa da rotura parcial de ligamentos que fiz em Agosto.
Ponto n.º 2: Não tinha pastilhas para a máquina da loiça para arrumar a cozinha depois do jantar.
Ponto nº. 3: Fui num instante ao super aqui do bairro comprar as pastilhas. Aproveitei estive a ver umas promoções e coisas que precisava. Trouxe líxivia, amaciador da roupa, anticalcário, papel higiénico. Tudo muito rápido e eficiente.
Ponto n.º 4: Cheguei a casa toda contente... mas sem as pastilhas para a máquina.
Ponto n.º 5: Voltei ao supermercado, cheia de dores e danada comigo própria.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Fecha-se uma porta, abre-se uma janela

De quinta para sexta mudei o J. de escola. Aconteceram umas coisas desagradáveis e achamos que a melhor forma de resolver o problema era mudá-lo de escola. Ontem foi o primeiro dia de aulas na escola nova. Vinha entusiasmado mas calado. Hoje vinha todo contente, tinha feito amigos novos e até, imagine-se, fazia parte de uma banda rock. Está com imensos projectos, gosta da organização da escola e sente-se mais crescido pois esta escola vai até ao secundário. Isto promete...

domingo, 11 de setembro de 2016

Cartas de guerra


"Cartas de Guerra" é um filme lindo (se é que lindo se pode usar) sobre a guerra, a separação, a força de carácter e as fraquezas humanas. É um filme a preto e branco mas em que sabes todas as cores. A cor verde-rubra da nossa bandeira, a cor verde das fardas e dos veículos militares, a cor chocolate dos angolanos, a cor dos hits do princípio dos anos 70.
Quando a história deste filme começa, em Janeiro de 1971, eu tinha um ano. Por isso lembro-me e não me lembro do contexto em que se passa este filme. Por exemplo, ainda hoje sei como o meu pai ficou traumatizdo com o princípio da guerra no Uíge, como o meu primo J. não resistiu psicológicamente à guerra e depois passou a vida, até morrer, em largas temporadas no Júlio. Como o A.J. se tornou violento e com isso destruíu o seu casamento e não viu crescer os seus filhos. Este filme não é só sobre o Doutor António, é sobre um bocadinho de todos os que participaram indirectamente ou directamente na guerra colonial e também para os que vieram depois desses tempos.
Despois tinha uma certa curiosidade em ver este filme porque nos meus intermináveis anos de consultas no Miguel Bombarda conheci o Dr. António, este Dr. António ao vivo e a cores. Ali o Dr. António não era só um sobrevivente da guerra mas também ajudava pessoas como eu a sobreviver. Ele escutava com os seus olhos azuis vivos os pacientes enquanto acompanhava as histórias deles fumando cigarros acesos uns nos outros. E eu e a minha psicóloga, que tinhamos consulta de psicoterapia na mesma sala onde ele tinha estado a dar consulta de psiquiatria toda a manhã, ficavamos honradas com tal previlégio de partilhar o mesmo espaço com tal génio mas também com a roupa toda empestada de tabaco e tinhamos que abrir as janelas centenárias mesmo que fosse em pleno inverno.
Claro que também tenho uma curiosidade em ler a sua obra e já fiz várias tentativas porém não é fácil. A temática da guerra colonial é um tema caro para minha família e principalmente para a minha sensibilidade bipolar. Por isso uma boa primeira forma de abordar o tema é assistindo a este filme. E este filme é muito bom. Aconselho...

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Conversas que só podem acontecer nesta casa

Esta que sou eu - Amanhã vou ao ortopedista por causa do joelho.
Sr. do Trevo - Boa. Estás assim há quanto tempo?
Esta que sou eu  - Se bem me lembro foi desde os Jogos Olímpicos.
Todos - Risada geral ;))))

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Então e a Festa...

Pois bem não foi uma festa. Foram duas festas pois além do aniversário do meu marido que tinha sido na sexta, no sábado comemorou-se também o aniversário da minha cunhada que fazia anos nesse dia. Convidámos 15 pessoas mas só 11 pessoas é que poderam vir (9 crescidos e 2 bebés), tivemos casa cheia e muita comida na mesa. Fiz quatro quiches, a minha filha fez um bolo de bolacha que era o bolo de aniversário da tia. A minha cunhada trouxe bolinhos de queijo, enchidos alentejanos caseiros, patés e molotof. Encomendei dois kilos de salgadinhos miniaturas e o bolo de aniversário preferido do Sr. do Trevo. Comprei queijos vários, camarão cozido e... acho que foi tudo.
O convívio foi muito bom e sobrou imensa comida mas foi giro e o maridão gostou pois ele adora reunir a família e os amigos.
 
 
Por fim tenho a dizer que para mim esta festa foi um desafio pois apesar de estar em hipomania consegui (com várias ajudas) organizar esta festa de anos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Aniversário do Super Marido

(imagem retirada da net)
 
E foi assim: Na passado dia 2 de Setembro o Sr. do Trevo fez cinquenta e uma primaveras. E para comemorar, e apesar de haver festa no dia seguinte com a família, fomos jantar os quatro ao Palácio Chiado pela primeira vez. Confesso que tinha as expectativas elevadas pelo que não fiquei deslumbrada. Estava à espera de melhor. Para a próxima vamos experiementar o Sushic Chiado que nos recomendaram.




Depois fomos beber um copo à esplanada do Bairro Alto Hotel e tenho a dizer que foi uma noite muito boa, tanto por estarmos de novo reunidos os quatro, como  pela a noite de verão fantástica e por fim estarmos juntos para comerar o aniversário de uma pai, marido e pessoa excepcional. <3


Epopeia de uma mãe de família num dia muito quente de Verão...


Monte de roupa às 3 da tarde


 
Os mesmo local às 7 da noite.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

A minhas maleitas

Hoje fui à minha psiquiatra por causa das minhas insónias que já duram há duas semanas. Ela passou-me, para tomar em SOS, o Morfex. Não fez efeito. Desde da uma e meia da manhã que estou acordada. Já lavei/limpei o frigorífico, já lavei a carpete do hall da entrada, já vi televisão, já andei a passear pela blogsfera e nada não consigo dormir.



Por outro lado já faz também duas semanas que me lesionei no joelho. As dores continuam muito fortes e incomodativas. Tenho consulta de ortopedia dia 8, até lá terei que ir aguentado isto com analgésicos, uma pomadinha e uma joelheira. Não está nada fácil mas o que me preocupa mais são as insónias pois com noites mal dormidas não consigo estar bem durante o dia.