Os dias são todos iguais.
A noite é igual ao dia,
E o dia é igual à noite.
Os dias seguem devagar e lentos.
Sempre na penumbra, sempre cinzentos.
Trabalho desde que me levanto.
Como, trabalho e deito-me.
Sempre igual, sempre ao mesmo ritmo.
Lá fora as pessoas vão caindo.
Sempre um avião, sempre ao mesmo ritmo.
Quando isto para,
Quando isto termina.
Quando podemos voltar a abraçar-nos.
olá minha linda sereia do trevo, se um dia eu escrever um livro, seu nome ou pelo menos pseudônimo aparecerá com certeza nele, espero que esse dia do abraço chegue o mais breve possível, ass adicta tirana
ResponderEliminarObrigada pela simpatia do seu comentário. Bjs
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