quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Estica, estica, arrebita

Assisti à aula de ballet da minha filha.
Os termos são franceses, a metodologia é inglesa mas os exercícios parecem alemães.
Hoje foi tudo muito duro. É assim o recomeço, já a preparar o exame de Maio.



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Breves consideraçoes sobre a compra de um par de sapatos

O Sr. do Trevo até gosta de moda. Gosta de andar bem arranjadinho e cheirozinho. Mas a moda não é uma das suas prioridades. Ele, nós, preferimos investir na educação dos Trevinhos, em cultura, viagens e em alguns almoços e jantaradas. Isso aliado ao pavor que o Sr. do Trevo tem de andar em centros comerciais faz com que o seu guarda roupa por vezes atinja o estado de desfalecimento. Nessas alturas temos de ir em missão S.O.S. às compras. Foi assim com as camisas na Primavera passada. Fomos a correr à Sacoor (Outlet mas Sacoor) comprar uma meia dúzia para renovar o guarda roupa.
Desta vez, no passado fim de semana, foi com uns sapatos. Deram o último sopro de vida. E lá tivemos nós ir a correr bater um centro comercial à procura de uns sapatos. Primeiro fomos à Forever. Lá encontramos uns sapatos em conta mas o Sr. do Trevo com aquilo nos pés parecia um padrinho da máfia. Depois fomos à Aldo, os sapatos eram catitas mas o valor era demasiado oneroso. De seguida fomos à Hera e encontramos uns sapatos bem giros mas também eram caros. Por fim, fomos a outra sapataria e encontramos uns sapatos que são a cara do Sr. do Trevo e tinham um preço mais aceitável. Tem é um senão, são estrangeiros. E eu fiquei a pensar será que em sapatos de igual qualidade as sapatarias portuguesas não conseguem ter preços concorrentes com os sapatos estrangeiros. Isto faz me confusão. Claro que no fim optámos pelo últimos sapatos que encontramos. Mas fico a pensar.


Para nos redimirnos acabamos a visita ao centro comercial bebendo um café na esplanada da Delta Q.

domingo, 15 de setembro de 2013

Capítulos da vida na Trevolândia #2

Depois dos nossos filhos nascerem acaba-se a nossa privacidade. Foi assim com a minha filha. Os maiores desabafos e confidências, desde da pré até ao fim do secundário, foram feitos na casa de banho. A casa de banho tem qualquer coisa de libertador que permite às crianças virem para ali desabafar das suas vidas, falar sobre os seus projectos e comentar o seu dia a dia..
Com o mais pequeno passa-se o mesmo. Não sobre desabafos, porque ele é muito seguro de si e está sempre tudo bem, mas sobre assuntos de extrema "urgência".
Hoje por exemplo, quando eu estava a tomar banho, o assunto importante era saber se podia pôr gel sanitário nas sanitas das casas de banho. Eu disse que sim e lá foi ele, o auto-proclamado provedor das limpezas cá de casa.

sábado, 14 de setembro de 2013

Enquanto o Outono não chega...

...  ,e quando o pipoco não tem de levantar cedo no dia seguinte, à noite depois do jantar vamos apreciando a esplanada aqui perto de casa.
É um espaço bastante agradável que fica paredes meias com um parque infantil que faz as delícias do pimpolho.
E é assim, ficamos por ali, o pipoco feliz, e nós pondo a conversa em dia, bebendo as nossas bebidas preferidas deste Verão, apreciando o tempo ameno.



A vida não é só feita de correrias, de depressões, de períodos em que ficamos submergidos em trabalho. A vida é também feita de pequenos momentos, que podem ser curtos mas dão para recarregar as baterias.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Desfazendo mitos

A teoria de que os  homens não são capazes de fazer mais que uma tarefa ao mesmo tempo está completamente errada.
Aqui na Trevolândia, o meu filho que é homem, só tem 9 anos mas é homem, é capaz de ver televisão, brincar com os legos e refilar comigo por ter que ir para o banho, tudo ao mesmo tempo.
Teoria errada, pelo menos quando aplicada a homens com menos de 10 anos.

Uma noite diferente


Não fui. Tinha dormido menos horas de sono do que o habitual para preparar o regresso às aulas do pipoco. E dormir pouco é algo que afecta de sobremaneira um bipolar. Por outro lado também tinha que deitar cedo o rebento mais pequeno pois já não estamos em férias. Assim, a Trevolândia foi representada neste evento pelo pai e pela filha. Hoje de manhã recebi, com muito agrado, os seus relatos entusiásticos. O mar de gente. As performances musicais. As bebidas grátis. As compras fantásticas. E as prendinhas que também me couberam a mim.