sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia da Mulher

Hoje é dia de prestarmos homenagem às mulheres que lutaram para que actualmente estejamos praticamente em pé de igualdade com os homens. É dia de recordamos as Beatrizes Angelo e Adelaides Cadete  da nossa História. É dia de lembrarmos a vida nada fácil que tiveram as nossas mães, avós e bisavós. É dia de não esquecer as mulheres que por esse mundo fora não têm direitos e são ostracizadas por sociedades machistas. É dia de agradecermos por viver no mundo ocidental no século XXI. É dia de afirmar que somos uma força.

sábado, 2 de março de 2013

O Verão chegou

Às vezes nas nossas vidas somos surpreendidos pelo Inverno que se abate sobre nós como uma onda  revolta que nos deixa amassados à beira da praia. O Inverno chegou a esta casa em 2011, entrei em hipomania, saí e acabamos por ficar confiantes que tudo se ia resolver. A seguir ao Inverno, vem sempre a Primavera e depois o Verão. Ontem, o Verão chegou por estes lados, o meu marido arranjou emprego.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A rede

Viver com a doença bipolar é como andar na corda bamba, às vezes pendemos para um lado, outras vezes para o outro e outras ainda em que caimos.
Quando caio, tenho uma rede que me suporta. Uma rede feita dos laços que me unem à minha família, aos meus amigos e aos meus colegas. Uma rede que eu teço, remendo e que me restítui o equilibrio. Porque também podemos andar na corda bamba e manter o equilíbrio durante muito tempo.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Uma família que cresce

Por estes dias a minha família cresceu mais um bocadinho. Nasceu o H., um bebé ruivo e muito calminho que se veio juntar ao clã enorme que é a minha família. Nós já somos tantos que nos Natais e nas Páscoas das nossas vidas nos reunimos à volta de duas grandes mesas.
Eu adoro famílias extensas em que a roupa passa de irmãos para irmãos e de primos para primos. Assim como os livros, os brinquedos, as histórias e as aventuras. É bom partilhar, enriquece-nos a alma.
Por outro lado, a sensação que tenho é que a minha família está sempre a aumentar nunca diminui nem mesmo quando alguém passa para o outro lado. As memórias que tenho destes meus familiares continuam tão vivas como se eles estivessem por cá, como se o meu avô continuasse a perguntar-me as tabuadas ou estivesse às cavalitas do meu tio.
Adoro famílias com memórias vivas e pessoas presentes.