terça-feira, 27 de setembro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Sem comentários
Ponto nº 1: Custa-me caminhar por causa da rotura parcial de ligamentos que fiz em Agosto.
Ponto n.º 2: Não tinha pastilhas para a máquina da loiça para arrumar a cozinha depois do jantar.
Ponto nº. 3: Fui num instante ao super aqui do bairro comprar as pastilhas. Aproveitei estive a ver umas promoções e coisas que precisava. Trouxe líxivia, amaciador da roupa, anticalcário, papel higiénico. Tudo muito rápido e eficiente.
Ponto n.º 4: Cheguei a casa toda contente... mas sem as pastilhas para a máquina.
Ponto n.º 5: Voltei ao supermercado, cheia de dores e danada comigo própria.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Fecha-se uma porta, abre-se uma janela
De quinta para sexta mudei o J. de escola. Aconteceram umas coisas desagradáveis e achamos que a melhor forma de resolver o problema era mudá-lo de escola. Ontem foi o primeiro dia de aulas na escola nova. Vinha entusiasmado mas calado. Hoje vinha todo contente, tinha feito amigos novos e até, imagine-se, fazia parte de uma banda rock. Está com imensos projectos, gosta da organização da escola e sente-se mais crescido pois esta escola vai até ao secundário. Isto promete...
domingo, 11 de setembro de 2016
Cartas de guerra
"Cartas de Guerra" é um filme lindo (se é que lindo se pode usar) sobre a guerra, a separação, a força de carácter e as fraquezas humanas. É um filme a preto e branco mas em que sabes todas as cores. A cor verde-rubra da nossa bandeira, a cor verde das fardas e dos veículos militares, a cor chocolate dos angolanos, a cor dos hits do princípio dos anos 70.
Quando a história deste filme começa, em Janeiro de 1971, eu tinha um ano. Por isso lembro-me e não me lembro do contexto em que se passa este filme. Por exemplo, ainda hoje sei como o meu pai ficou traumatizdo com o princípio da guerra no Uíge, como o meu primo J. não resistiu psicológicamente à guerra e depois passou a vida, até morrer, em largas temporadas no Júlio. Como o A.J. se tornou violento e com isso destruíu o seu casamento e não viu crescer os seus filhos. Este filme não é só sobre o Doutor António, é sobre um bocadinho de todos os que participaram indirectamente ou directamente na guerra colonial e também para os que vieram depois desses tempos.
Despois tinha uma certa curiosidade em ver este filme porque nos meus intermináveis anos de consultas no Miguel Bombarda conheci o Dr. António, este Dr. António ao vivo e a cores. Ali o Dr. António não era só um sobrevivente da guerra mas também ajudava pessoas como eu a sobreviver. Ele escutava com os seus olhos azuis vivos os pacientes enquanto acompanhava as histórias deles fumando cigarros acesos uns nos outros. E eu e a minha psicóloga, que tinhamos consulta de psicoterapia na mesma sala onde ele tinha estado a dar consulta de psiquiatria toda a manhã, ficavamos honradas com tal previlégio de partilhar o mesmo espaço com tal génio mas também com a roupa toda empestada de tabaco e tinhamos que abrir as janelas centenárias mesmo que fosse em pleno inverno.
Claro que também tenho uma curiosidade em ler a sua obra e já fiz várias tentativas porém não é fácil. A temática da guerra colonial é um tema caro para minha família e principalmente para a minha sensibilidade bipolar. Por isso uma boa primeira forma de abordar o tema é assistindo a este filme. E este filme é muito bom. Aconselho...
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Conversas que só podem acontecer nesta casa
Esta que sou eu - Amanhã vou ao ortopedista por causa do joelho.
Sr. do Trevo - Boa. Estás assim há quanto tempo?
Esta que sou eu - Se bem me lembro foi desde os Jogos Olímpicos.
Todos - Risada geral ;))))
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Então e a Festa...
Pois bem não foi uma festa. Foram duas festas pois além do aniversário do meu marido que tinha sido na sexta, no sábado comemorou-se também o aniversário da minha cunhada que fazia anos nesse dia. Convidámos 15 pessoas mas só 11 pessoas é que poderam vir (9 crescidos e 2 bebés), tivemos casa cheia e muita comida na mesa. Fiz quatro quiches, a minha filha fez um bolo de bolacha que era o bolo de aniversário da tia. A minha cunhada trouxe bolinhos de queijo, enchidos alentejanos caseiros, patés e molotof. Encomendei dois kilos de salgadinhos miniaturas e o bolo de aniversário preferido do Sr. do Trevo. Comprei queijos vários, camarão cozido e... acho que foi tudo.
O convívio foi muito bom e sobrou imensa comida mas foi giro e o maridão gostou pois ele adora reunir a família e os amigos.
Por fim tenho a dizer que para mim esta festa foi um desafio pois apesar de estar em hipomania consegui (com várias ajudas) organizar esta festa de anos.
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