quarta-feira, 29 de julho de 2015

Festival ao Largo

Depois do excelente concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida pela maestrina Joana Carneiro, da estreia mundial do 1º acto da Ópera O Deus Vulcão fomos, no último dia assistir à homenagem da Companhia Nacional de Bailado ao  Ballet Gulbenkian. Fomos cedo, tipo seis horas (o espectáculo começava às 10 da noite), levamos merenda, arranjamos bons lugares e fizemos uma espécie de picnic ali mesmo no Largo do São Carlos.
Quando chegamos ao largo do São Carlos ainda estava bem de dia.

O primeiro bailado de Olga Roriz, intitulado "Treze gestos de um corpo", que curiosamente eu e o Sr. do Trevo já tínhamos visto à duas décadas, precisamente interpretado pelo Ballet Gulbenkian. Soube mesmo bem recordar.

O segundo bailado, "Será que é uma estrela" de Vasco Wellenkamp, cantado ao vivo por Maria João. Uma preciosidade.

Por fim foi apresentado o bailado Minus 16 que foi completamente surpreendente.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Dieta report #1

Nos vinte dias que levo deste novo regime alimentar já perdi:
- 1kg de peso total;
- 1kg de massa gorda;
- 1,5 cm de cintura.

É poucochinho eu sei, mas é um princípio.

Cenas a que eu assisto

Hoje, ao entrar numa rotunda perto da minha casa, deparo-me com um carro a fazer a rotunda em marcha atrás. É que o o coitado do senhor enganou-se na saída e achou que assim era mais "fácil" assim do que dar a volta à rotunda. A sorte é que foi de dia e havia pouco trânsito.

sábado, 25 de julho de 2015

Sobre a alteração à lei do aborto

Neste momento, se o anticoncepcional que uso falhasse, e eu ficasse gravida ia com esta surpresa para a frente. Mesmo sendo doente bipolar, mesmo sendo nós uns pais "velhotes", mesmo tendo já filhos, mesmo tudo... Porque posso, porque tenho um emprego estável, porque tenho experiência em estar 9 meses grávida sem medicação e todas as alterações mentais do pós-parto, porque tenho uma casa grande onde há espaço para mais uma pessoa, porque na organização onde eu trabalho há creche gratuita, porque tenho um casamento estável e um pai maravilhoso, porque na minha família há vários casos positivos de mães tardias e irmãos com quase duas décadas de diferença. Enfim, porque sim.
Mas este é o meu contexto, não é o contexto de algumas mulheres em que são surpreendidas com uma gravidez e no seu caso não têm como a levar  avante. 
Por isso acho esta história de médicos e psicólogos objectores de consciência fazerem consultas a gravidas nestas condições uma perfeita idiotice. Ainda por cima numa única consulta, sem conhecer a paciente. Esta história da consulta é só para baralhar a cabeça de quem não tem outra alternativa e tomou uma decisão difícil. Acho isto uma fantochada e uma forma de desperdiçar os recursos públicos. 
Isto estava indo tão bem, o numero de abortos tem vindo a diminuir, o numero de casos complicados devido abortos clandestinos praticamente desapareceu, etc. Vamos ver.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Trevo report

O pai ficou a trabalhar até tarde. O pimpolho está a 300 km de distância com os avôs. Como tal não há amigos a cirandar por aqui e a televisão está desligada. A princesa está a acampar algures na Beira Baixa. Assim, não aparece por aqui o 5º elemento, a melhor amiga e o colega com que costuma estudar. Esta casa está muito sossegada, calma e vazia. E isto faz-me confusão.

Love and Mercy - A força de um génio

Cartaz do Filme

Não sou fã dos Beach Boys. Não é a minha onda, não é a minha praia e para mim é musica do tempo dos meus pais e dos elementos mais velhos da minha família. No entanto o biopic sobre Brian Wilson, líder dos Beach Boys chamou-me a atenção por se tratar sobre uma pessoa com uma doença mental crónica. De facto este filme é sobre uma pessoa doente, sobre a doença mental, o seu tratamento e a sua reabilitação.  A carreira dos Beach Boys é só uma história que decorre em paralelo com a vida e o drama pessoal de Brian Wilson.
Achei muito interessante os sintomas de Brian W. Havia situações em que o seu caso tocava o meu. De certa maneira senti-me retratada se bem que nunca tenha vivido aprisionada e medicada em excesso com ele.
As interpretações de Paul Dano e John Cusack descrevem muito bem os sentimentos e os sintomas de um doente mental. Muito bom.
No fim é provado como com a medicação e ambiente familiar adequados é possível reabilitar as pessoas com este tipo de patologias. E para mim esta é a mensagem mais importante deste filme.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Férias do Pimpolho

Deixámos o príncipe com os meus pais no domingo passado para 15 dias de férias com eles e com as primas que têm precisamente a mesma idade do pimpolho. Nesse dia era só abraços, beijinhos e saudades. Que ia sentir muito a nossa falta, que somos os melhores pais do mundo, etc., etc. Mas, hoje quando tentei falar com ele (e tentei falar com esta pessoinha três vezes) nunca podia, ou porque estava a brincar com as primas e os amigos da rua, ou porque continuava a brincar com as primas e os amigos da rua, ou porque já não estava a brincar na rua mas continuava a brincar com as primas. Pronto e é isto.