Nos vinte dias que levo deste novo regime alimentar já perdi:
- 1kg de peso total;
- 1kg de massa gorda;
- 1,5 cm de cintura.
É poucochinho eu sei, mas é um princípio.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Cenas a que eu assisto
Hoje, ao entrar numa rotunda perto da minha casa, deparo-me com um carro a fazer a rotunda em marcha atrás. É que o o coitado do senhor enganou-se na saída e achou que assim era mais "fácil" assim do que dar a volta à rotunda. A sorte é que foi de dia e havia pouco trânsito.
sábado, 25 de julho de 2015
Sobre a alteração à lei do aborto
Neste momento, se o anticoncepcional que uso falhasse, e eu ficasse gravida ia com esta surpresa para a frente. Mesmo sendo doente bipolar, mesmo sendo nós uns pais "velhotes", mesmo tendo já filhos, mesmo tudo... Porque posso, porque tenho um emprego estável, porque tenho experiência em estar 9 meses grávida sem medicação e todas as alterações mentais do pós-parto, porque tenho uma casa grande onde há espaço para mais uma pessoa, porque na organização onde eu trabalho há creche gratuita, porque tenho um casamento estável e um pai maravilhoso, porque na minha família há vários casos positivos de mães tardias e irmãos com quase duas décadas de diferença. Enfim, porque sim.
Mas este é o meu contexto, não é o contexto de algumas mulheres em que são surpreendidas com uma gravidez e no seu caso não têm como a levar avante.
Por isso acho esta história de médicos e psicólogos objectores de consciência fazerem consultas a gravidas nestas condições uma perfeita idiotice. Ainda por cima numa única consulta, sem conhecer a paciente. Esta história da consulta é só para baralhar a cabeça de quem não tem outra alternativa e tomou uma decisão difícil. Acho isto uma fantochada e uma forma de desperdiçar os recursos públicos.
Isto estava indo tão bem, o numero de abortos tem vindo a diminuir, o numero de casos complicados devido abortos clandestinos praticamente desapareceu, etc. Vamos ver.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Trevo report
O pai ficou a trabalhar até tarde. O pimpolho está a 300 km de distância com os avôs. Como tal não há amigos a cirandar por aqui e a televisão está desligada. A princesa está a acampar algures na Beira Baixa. Assim, não aparece por aqui o 5º elemento, a melhor amiga e o colega com que costuma estudar. Esta casa está muito sossegada, calma e vazia. E isto faz-me confusão.
Love and Mercy - A força de um génio
Não sou fã dos Beach Boys. Não é a minha onda, não é a minha praia e para mim é musica do tempo dos meus pais e dos elementos mais velhos da minha família. No entanto o biopic sobre Brian Wilson, líder dos Beach Boys chamou-me a atenção por se tratar sobre uma pessoa com uma doença mental crónica. De facto este filme é sobre uma pessoa doente, sobre a doença mental, o seu tratamento e a sua reabilitação. A carreira dos Beach Boys é só uma história que decorre em paralelo com a vida e o drama pessoal de Brian Wilson.
Achei muito interessante os sintomas de Brian W. Havia situações em que o seu caso tocava o meu. De certa maneira senti-me retratada se bem que nunca tenha vivido aprisionada e medicada em excesso com ele.
As interpretações de Paul Dano e John Cusack descrevem muito bem os sentimentos e os sintomas de um doente mental. Muito bom.
No fim é provado como com a medicação e ambiente familiar adequados é possível reabilitar as pessoas com este tipo de patologias. E para mim esta é a mensagem mais importante deste filme.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Férias do Pimpolho
Deixámos o príncipe com os meus pais no domingo passado para 15 dias de férias com eles e com as primas que têm precisamente a mesma idade do pimpolho. Nesse dia era só abraços, beijinhos e saudades. Que ia sentir muito a nossa falta, que somos os melhores pais do mundo, etc., etc. Mas, hoje quando tentei falar com ele (e tentei falar com esta pessoinha três vezes) nunca podia, ou porque estava a brincar com as primas e os amigos da rua, ou porque continuava a brincar com as primas e os amigos da rua, ou porque já não estava a brincar na rua mas continuava a brincar com as primas. Pronto e é isto.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Obesidade e a doença bipolar
Um dos efeitos secundários da medicação para a doença bipolar (estabilizadores de humor e antipsicóticos) é o aumento de peso. E eu, cumpridora da medicação e com miúfa de uma recaída, não sou excepção. Assim, desde 2010, altura em comecei a ser devidamente medicada, aumentei cerca de 32 kg. A princípio foi bom pois a crise maníaca desse ano deixou-me em pele e osso mas depois foi tomando proporções graves ao ponto de deixar de conseguir apertar as sandálias. Neste momento estou quase a atingir a Obesidade de Grau I e com isso sujeita a todos os riscos que este estado acarreta como sejam as doenças cardíacas, diabetes, etc. para além de não estar tão gira.
Vénus of Willendorf
Posto isto, comecei a ser acompanhada por um nutricionista, passei a fazer um novo regime alimentar e caminhadas todos os dias. Passo uma fome dos diabos mas o que é certo é que já consigo apertar as sandálias com facilidade. A diferença de peso, as medidas da anca e da cintura e outros dados só vou saber no fim do mês quando for a uma nova consulta mas por agora isto parece estar bem encaminhado. Vamos ver se eu consigo voltar ao peso ideal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)