terça-feira, 30 de junho de 2015
Fada do Trevo
Por estes dias, e depois da minha crise ligeiramente hipomaníaca, fiquei muito em baixo, só me apetecia estar na cama, descurei imensas coisas e o monte de roupa por passar a ferro foi aumentando. Mas cai em mim, eu não me posso dar ar luxo de entrar em depressões, tenho uma família que depende de mim, no meu trabalho sou a única especialista na minha área e todos os momentos da vida precisam de ser aproveitados. Assim, tenho a informar que acabo te atacar o monte de roupa e tenho os seguintes itens passados e devidamente arrumados:
- 12 camisas;
- 7 camisolas;
- 1 blusão;
- 1 calções.
Como a senhora, onde me socorro quando deixo acumular muita roupa, leva 1 € à peça (eu sei que podia arranjar mais barato mas não é compatível com o meu modo de vida - quase nunca estou em casa), acabo de poupar 21€. Ou seja, com este dinheirinho posso ir aos saldos comprar uma coisa bonita para me pôr mais bem disposta. Só a ganhar
Por outro lado, tenho a informar que as camisas da Giovanni Galli são muito mais fáceis de passar do que as da Sacoor. Importante informação a reter para as próximas compras.
sábado, 27 de junho de 2015
Novidades fresquinhas

Chegou hoje a minha maquinazinha nova que promete uma mudança significativa neste blogue. Aguardem.
domingo, 21 de junho de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Buraco Negro
Primeiro sujas o alvo.
Depois vens cinzenta, negra até que chegas ao profundo da escuridão do Universo.
Sugas tudo de bom que cai na tua órbita qual buraco negro.
Invejas, semeias a discórdia e a intriga.
Fazes do fatalismo o assunto do dia.
Só estás bem quando estás infeliz.
E só estás feliz quando os outros estão mais infelizes do que tu.
À cadência do espírito negativo emagreces a pouco e pouco, comprimindo-te até seres pele e osso.
A alegria, o sol e o mar são-te estranhos.
Assim como te é desconhecida a terra, o sal e o verde.
És um ponto negro, apenas um ponto.
Uma insignificância no infinito do Universo.
Depois vens cinzenta, negra até que chegas ao profundo da escuridão do Universo.
Sugas tudo de bom que cai na tua órbita qual buraco negro.
Invejas, semeias a discórdia e a intriga.
Fazes do fatalismo o assunto do dia.
Só estás bem quando estás infeliz.
E só estás feliz quando os outros estão mais infelizes do que tu.
À cadência do espírito negativo emagreces a pouco e pouco, comprimindo-te até seres pele e osso.
A alegria, o sol e o mar são-te estranhos.
Assim como te é desconhecida a terra, o sal e o verde.
És um ponto negro, apenas um ponto.
Uma insignificância no infinito do Universo.
Afagando as minhas crias
Adoro abraçá-los contra mim, beijá-los nas faces carnudas, cheirá-los.
O meu filho tem o meu cheiro, o cheiro ácido dos ruivos.
A minha filha, por outro lado, tem uma pela morena que cheira a baunilha e a especiarias.
Adoro comprimir o corpo seco, musculado e ainda infantil do meu filho contra mim. Despentear o seu cabelo e murmurar-lhe coisas aos ouvidos.
Também adoro afagar o cabelo azeviche da minha filha mas agora ela já não deixa.
Eles crescem muito depressa e por isso há que aproveitar todos os bocadinhos porque mimo nunca é a mais.
O meu filho tem o meu cheiro, o cheiro ácido dos ruivos.
A minha filha, por outro lado, tem uma pela morena que cheira a baunilha e a especiarias.
Adoro comprimir o corpo seco, musculado e ainda infantil do meu filho contra mim. Despentear o seu cabelo e murmurar-lhe coisas aos ouvidos.
Também adoro afagar o cabelo azeviche da minha filha mas agora ela já não deixa.
Eles crescem muito depressa e por isso há que aproveitar todos os bocadinhos porque mimo nunca é a mais.
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