terça-feira, 30 de junho de 2015

Musica do Trevo #44


Fada do Trevo

Por estes dias, e depois da minha crise ligeiramente hipomaníaca, fiquei muito em baixo, só me apetecia estar na cama, descurei imensas coisas e o monte de roupa por passar a ferro foi aumentando. Mas cai em mim, eu não me posso dar ar luxo de entrar em depressões, tenho uma família que depende de mim, no meu trabalho sou a única especialista na minha área e todos os momentos da vida precisam de ser aproveitados. Assim, tenho a informar que acabo te atacar o monte de roupa e tenho os seguintes itens passados e devidamente arrumados:
- 12 camisas;
- 7 camisolas;
- 1 blusão;
- 1 calções.
Como a senhora, onde me socorro quando deixo acumular muita roupa, leva 1 € à peça (eu sei que podia arranjar mais barato mas não é compatível com o meu modo de vida - quase nunca estou em casa), acabo de poupar 21€. Ou seja, com este dinheirinho posso ir aos saldos comprar uma coisa bonita para me pôr mais bem disposta. Só a ganhar
Por outro lado, tenho a informar que as camisas da Giovanni Galli são muito mais fáceis de passar do que as da Sacoor. Importante informação a reter para as próximas compras.

sábado, 27 de junho de 2015

Novidades fresquinhas

Notebook HP - 15-r105np (ENERGY STAR)
 
 
 
Chegou hoje a minha maquinazinha nova que promete uma mudança significativa neste blogue. Aguardem.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Buraco Negro

Primeiro sujas o alvo.
Depois vens cinzenta, negra até que chegas ao profundo da escuridão do Universo.
Sugas tudo de bom que cai na tua órbita qual buraco negro.
Invejas, semeias a discórdia e a intriga.
Fazes do fatalismo o assunto do dia.
Só estás bem quando estás infeliz.
E só estás feliz quando os outros estão mais infelizes do que tu.
À cadência do espírito negativo emagreces a pouco e pouco, comprimindo-te até seres pele e osso.
A alegria, o sol e o mar são-te estranhos.
Assim como te é desconhecida a terra, o sal e o verde.
És um ponto negro, apenas um ponto.
Uma insignificância no infinito do Universo.

Afagando as minhas crias

Adoro abraçá-los contra mim, beijá-los nas faces carnudas, cheirá-los.
O meu filho tem o meu cheiro, o cheiro ácido dos ruivos.
A minha filha, por outro lado, tem uma pela morena que cheira a baunilha e a especiarias.
Adoro comprimir o corpo seco, musculado e ainda infantil do meu filho contra mim. Despentear o seu cabelo e murmurar-lhe coisas aos  ouvidos.
Também adoro afagar o cabelo azeviche da minha filha mas agora ela já não deixa.
Eles crescem muito depressa e por isso há que aproveitar todos os bocadinhos porque mimo nunca é a mais.