terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Crónica do destralhar ou como atravessar uma crise de hipomania

Continuo a dormir pouco. Mas durmo e acordo mais descansada que nos últimos dias de 2015.
Hoje foi dia de fazer análises e consulta no Júlio de Matos. Os resultados só vou saber no dia 2 de Fevereiro. A medicação é para continuar. É forte, deixa-me sem reflexos e com muita dificuldade em conduzir. Mas tem de ser assim. Vou de transportes, vou taxi, outras vezes no meu carro, o que importa é ir, sair de casa, trabalhar, levar o pimpolho às actividades e tratar de todas as coisas que transformam uma casa num lar.
No Júlio deixei os sacos para a Fundação do Gil e os livros para a biblioteca do hospital.
À tarde fui deixar uma impressora completamente obsoleta no Ponto Electrão e um sacão de coisas para a Cáritas. As coisitas para as filhas das minhas colegas já foram entregues ontem.
Continuo com os planos de destralhar. A energia hipomaníaca está a dar-me para isso. Já tenho plano para a literatura infantil dos miúdos, sapatos que me deixaram de servir e uma cadeira auto. 
Com calma vou chegar à layer onde na minha casa se acumulam sebentas e cadernos da faculdade. Sim, é verdade, para o ano vai fazer 30 anos que entrei na universidade e eu ainda tenho TODOS os livros. Por aqui se vê a "maluquinha" que eu sou.


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