terça-feira, 7 de maio de 2013

Ainda o dia da Mãe

Este ano, o dia da Mãe foi muito solar. Postal com uma flor feito pelo meu filhote. Almoço exótico feito pelo marido e pelo mais pequeno. Vinho da Herdade do Peso com moderação. Queijo de ovelha bordalesa. Café na esplanada na companhia dos pardais e dos pombos. Passeio pelo jardim da Gulbenkian. Cascatas. Peixes gordos. Patos. Mais pombos. Bebida refrescante no snack-bar. Espreitar a exposição dos Galápagos. Voltar a casa. TPC, muitos TPC. Tudo bom, muito bom mas com aquele friozinho na barriga por a minha mãe viver tão longe…

No fim do dia fazer o balanço que nem todos os meus dias da mãe foram como os de hoje. Já tive dias secos, ocos, insípidos e cinzentos por encontrar em hipomania, depressiva ou por estar em convalescença.
Esses também contam e não os posso esquecer porque com a experiência de todos os dias lunares cresci e passei a dar valor ao que é mais importante no dia da mãe e na vida. Estar com os filhos. Beijá-los. Amassá-los. Sentir o seu respirar. O seu calor. O seu cheiro.

O dia da mãe é todos os dias. É quando vemos os seus progressos na leitura. É quando verificamos que a nossa adolescente até tem as ideias bastante arrumadas. É quando eles chegam a casa e sabem a sal.

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